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Economia

Bolsa inicia junho com queda de 0,91%, no menor nível desde janeiro

O mercado financeiro brasileiro começou junho em direções opostas. A bolsa caiu quase 1% e encerrou o dia no menor nível desde janeiro. O dólar recuou, apesar da instabilidade no exterior. A escalada das tensões no Oriente Médio impulsionou o petróleo, que avançou mais de 4% após o Irã suspender negociações com os Estados Unidos. O Ibovespa, principal índice da B3, fechou esta segunda-feira (1º) aos 172.197 pontos, com queda de 0,91%, no quinto pregão consecutivo de perdas. Durante o dia, o indi

Fonte: Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil*01 de junho de 2026 às 19:546 visualizações
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Bolsa inicia junho com queda de 0,91%, no menor nível desde janeiro
Foto: Agência Brasil
O mercado financeiro brasileiro começou junho em direções opostas. A bolsa caiu quase 1% e encerrou o dia no menor nível desde janeiro. O dólar recuou, apesar da instabilidade no exterior. A escalada das tensões no Oriente Médio impulsionou o petróleo, que avançou mais de 4% após o Irã suspender negociações com os Estados Unidos.

O Ibovespa, principal índice da B3, fechou esta segunda-feira (1º) aos 172.197 pontos, com queda de 0,91%, no quinto pregão consecutivo de perdas. Durante o dia, o indicador chegou a recuar mais de 1%. A bolsa brasileira encerrou no menor nível desde 21 de janeiro.

O movimento refletiu principalmente a cautela dos investidores diante do agravamento da crise geopolítica envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos. O cenário aumentou a busca por ativos considerados mais seguros e reduziu o apetite por mercados emergentes.

Ações de mineradoras e de bancos puxaram a queda da bolsa. Na contramão, os papéis da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, avançaram, beneficiados pela forte valorização do petróleo.

Dólar recua

Apesar do aumento da aversão ao risco nos mercados globais, o dólar encerrou o dia em queda ante o real.

A moeda norte-americana fechou cotada a R$ 5,023, recuo de 0,39%, após ter avançado 1,82% em maio. No acumulado de 2026, o dólar registra desvalorização de 8,5% perante a moeda brasileira.

O principal fator que favoreceu o real foi a disparada do petróleo. Como o Brasil é exportador da commodity (bem primário com cotação internacional), a valorização tende a aumentar a entrada de dólares no país e fortalecer a moeda brasileira.

O movimento ocorreu mesmo com a alta do índice DXY, que mede o desempenho do dólar em relação a uma cesta de moedas fortes.

Petróleo dispara

Os preços internacionais do petróleo tiveram forte alta após a agência iraniana Tasnim informar que Teerã interrompeu as negociações indiretas com os Estados Unidos e passou a discutir medidas para bloquear o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas globais de transporte de petróleo.

O barril do petróleo Brent, referência internacional, fechou a US$ 94,98, alta de 4,2%. O petróleo WTI, negociado nos Estados Unidos, avançou 5,5%, encerrando a sessão a US$ 92,16 por barril.

Ao longo do dia, os contratos chegaram a subir mais de 6%, mas perderam parte dos ganhos após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando que havia mantido contatos para evitar uma escalada maior do conflito na região.

*Com informações da Reuters

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